Todo autocrata é terrivelmente perigoso por sua própria condição de insanidade. O despótico absoluto torna-se ainda mais perigoso quando começa a sentir que seu poder está em declínio, está em queda livre. Aí ele se torna mais imprevisível, ousado e errático. Comecemos aqui pelo pior, o novo Czar Vladimir I, o Putin. Ao perceber os estertores de seu regime, apela ainda mais para o absurdo e decreta a convocação de mais 134 mil cidadãos para se sacrificarem na Ucrânia. Tendo o cuidado de explorar as populações menos favorecidas, as mais afastadas e mais enraizadas em suas terras de origem, justamente as colônias conquistadas pelos czares em séculos anteriores e conservadas pelos novos czares do século XX e XXI. O mesmo desespero que se abateu sobre os czares da dinastia Romanov e sobre os donos do poder na decadente União Soviética durante os 10 anos de guerra n...
Já citamos aqui a loucura cometida pelo megalomaníaco Putin na condução do povo russo, a grande vítima de sua psicopatia. Mesmo dominando o mais extenso território contínuo de 17 milhões de km2, equivalente a dois Brasis, cobrindo 11 fusos horários, ainda assim o insaciável autocrata parte para o absurdo de conquistar mais terras, mais pessoas adultas e sequestrar mais 16 mil crianças ucranianas para repovoar as extensas áreas vazias de seu império, na vã tentativa de compensar o baixo índice demográfico de seu país, agora agravado pela fuga de um milhão de cidadãos que abandonaram o país e um milhão de soldados que pereceram nos campos de batalha ucranianos. Outros dois líderes atuais agem inspirados pelo mesmo espírito colonialista, expansionista e imperialista, no afã de, com novas conquistas, preencher o vazio interior que os caracteriza. Depois ...
O uso indiscriminado de bioinsumos induz o agricultor a uma acomodação, amparado nas cambiantes diretrizes, as quais também mudam ao sabor das diferentes visões dos gestores, os normatizadores. O proibido passa a ser permitido e obrigatório, e vice-versa. O agricultor trabalha amparado na última edição das diretrizes, versão brasileira. Houve épocas em que se usavam intensamente os biofertilizantes líquidos foliares, os supermagros e os EMs, em lugar dos fertilizantes sólidos, terrosos, radiculares. O desafio hoje , do agro (ager,agri, o campo, o terreno), é desenvolver a terrosidade (Erdigkeit) e não a aquosidade (Wässrigkeit), associada às forças da Lua (vide Curso Agrícola, 6º Capítulo, Rudolf Steiner, Ed. Antroposófica, pag. 157,1993). A aquosidade reinou absoluta na Antiga Lua, na terceira fase da evolução da Terra e do Homem, segundo a Ciência Espiritual A...
Não perde por esperar, vai se danar!
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