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ENSINO SUPERIOR?

O governo acaba de anunciar a construção de mais duas universidades, só no Estado de São Paulo. Fora as outras que certamente virão pelo Brasil afora. Com Isso o presidente garante a implantação de mais dois polos de irradiação doutrinária destinados a lavar o cérebro de jovens estudantes quando ainda imaturos para estruturar uma cosmovisão libertadora.  O governo é hábil em arregimentar novos adeptos para sua causa alienante. O ensino de base é uma lástima. São professores mal formados, mal remunerados e mal motivados, encarregados de formar uma massa vazia, pronta para se preencher de jargões repetitivos, destilando ódio contra fantasmas criados sob medida. Neste país falta dinheiro para tudo, menos para transpor o Rio São Francisco, disparar o Trem Bala do Rio até São Paulo e entorpecer a juventude com megalomanias, onde 30% dos alunos egressos de escolas públicas são analfabetos funcionais. Somando -se  isso o Controle Social da Mídia temos aí as bases para o nazi-fascismo...

NERVOSISMO E EGOIDADE

Há cem anos atrás o filósofo e cientista Rudolf Steiner proferiu uma palestra pública sobre um problema clínico  hoje cada vez mais atual. Trata-se do nervosismo. A palestra era pública, mas o público era restrito. E foi contemplado com preciosas indicações práticas para sanar aquele incômodo. O tempo passou, muita coisa aconteceu, e a palavra nervosismo foi assumindo novas conotações sob diferentes nomes: estafa, estresse, inquietação, ansiedade, depressão, abatimento, burnout... Como alternativa para debelar esses sintomas fala -se modernamente em cultivar a Inteligência Emocional. O termo é acertado. A inteligência refere-se ao intelecto, frio, cerebral. O emocional mexe com o coração, aquecido, sensível. São termos conhecidos. Na obra de Rudolf Steiner, em sua Ciência Espiritual, a Antroposofia, são usadas outras palavras, com absoluta precisão: corpo astral, corpo etérico, corpo físico, o eu individual. São os quatro membros constituintes do ser humano que ele tem em comum com...

IGUAIS?

A cada dia confirma-se, não a hipótese, e sim a constatação, que as extremas são iguais. Muda o governo, mudam-se as cores, as bandeiras, os rótulos, as acusações. A essência não muda. O primeiro escândalo do ano aconteceu em 8 de janeiro. Os verde-amarelos depredaram  o Palácio, cumprindo os planos   desenhados durante meses do outro lado da Praça. Era a última esperança dos ansiosos golpistas, mesmo na ausência do seu principal mentor. A turba já se julgava capaz de agir, embora acéfala e insegura. O quebra -quebra aconteceu, como planejado pelos verde-amarelos. Poderia ter sido o melhor momento para os vermelhos  Investirem vitoriosamente contra os vândalos e consolidarem  seu poder. Puro engano. Os dois lados são iguais. E logo seguiu-se uma série de contra-ofensivas vermelhas a favor dos turbulentos patrioteiros. Não foi surpresa, pois já se sabia que  dois bicudos mutuamente se protegem. Sequência de fatos: 1) os vermelhos logo rejeitam a CPI ou a CPM...

A TRÉPLICA

A despeito de toda a rebuscada argumentação justificando o injustificável, fica cada vez mais evidente como são parecidos os nossos dois adversários políticos. Ninguém explica claramente a diferença entre Lula e Bolsonaro, assim como até hoje ninguém explicou a diferença essencial entre Hitler e Stalin. Por mais que procuremos diferenças, no final só encontramos semelhanças, ou mesmo identidades. E agora, nesses dias, desponta no cenário o tal de Putin, este sim, imbatível, em sua insanidade, em busca de um concorrente, talvez o Xixi Ping num futuro próximo. Os dois ditadores, o austríaco e o georgiano, supra-citados, tiveram um fim melancólico, arrastando consigo milhões. Os dois mandatários brasileiros, já registraram uma vasta lista de equívocos, via o vírus 19 e o vírus da corrupção, entre outros. E o atual líder ensaia os primeiros passos rumo ao abismo, aderindo a seus pares, violentos e egocêntricos, materialistas históricos. O eleitor fica perdido, entre dois iguais. Porisso a ...

O NAVIO

No campo das relações nacionais e internacionais é importante obter informações verídicas. Importante também e processar os dados obtidos dos veículos informantes. Na campanha de 2002 o candidato Lula pregava a emancipação do país com um discurso esquerdista. Uma vez eleito fez exatamente o contrário. Aliou-se aos ruralistas, aos banqueiros, às montadoras, aos direitistas,etc. Em seguida vieram os escândalos do mensalão e do petrolão. A Operação Lava Jato levou Lula à prisão, livrando o país, temporariamente,  de um malfeitor contumaz. O descalabro petista propiciou a vitória de seu homólogo direitista Bolsonaro. Este alcança o poder usando o mesmo discurso de seu oponente:" Mudar tudo o que está aí." O quebra-quebra de 8 de janeiro foi a culminância do projeto bolsonarista. Misteriosamente Lula é libertado e volta à cena repetindo o mesmo discurso de 20 anos atrás. Promete agora fazer o que não fizera em dois mandatos anteriores e em um de Dilma. O discurso tinha que ser dem...

CONTRAMÃO

A Alemanha acaba de anunciar a desativação de sua última usina atômica, obedecendo ao consenso geral  quanto aos terríveis perigos inerentes a uma usina nuclear. A qualquer momento pode ocorrer um vazamento acidental e comprometer imensas áreas, tal como aconteceu em Bopal (Índia), Fukushima (Japão), Tchernobil (Ucrânia). Cada usina atômica instalada é um ponto nevrálgico para a segurança do país. É o alvo ideal para um bombardeio inimigo. É o epicentro de mortíferas radiações para uma extensa região, atingindo amigos e inimigos. Mesmo sendo o campeão em potencial energia alternativa, eólica, solar e hídrica, o Brasil aposta na mais perigosa fonte convencional de energia elétrica, a energia nuclear. Já era assim no tempo da ditadura militar. Em 1975 o Brasil fechou o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, do qual eu tive, pessoalmente, a desonra de participar. O pretexto era gerar energia elétrica para a rede. O motivo real, oculto, era, primeiro dominar a tecnologia para fins pacíficos, ...

Muito fácil

O ambíguo Putin, estatizante e privatizante, teve o cuidado de contratar de antemão uma empresa privada de soldados mercenários para compensar as graves deficiências das tropas regulares do Exército oficial, caracterizado por equipamentos obsoletos, logística precária, homens mal nutridos, mal equipados, mal treinados e desmotivados, em meio a um contexto corrupto, marcado por disputas internas, mentiras, desinformação e desconfianças  mútuas.  Essa última campanha do Sr. Putin entrará para os anais da História como o maior fiasco, só comparável ao fiasco napoleônico em 1812, ao fiasco nazi-fascista ítalo -nipônico -germânico em 1945 e ao nazi-soviético em 1991. Após a próxima derrota do Império um novo Sol brilhará no horizonte, e o valoroso povo russo encontrará sua autêntica identidade, em paz, alicerçando a futura Época Cultural Eslava, digna sucessora da atual Época Cultural Anglo- saxã.