Milagres econômicos acontecem em muitos lugares, ao longo da História.

       As treze colônias americanas emanciparam-se do poderoso Império Britânico em 1776. Era uma faixa de terra ao longo do Oceano Atlântico.  O Norte derrotou o Sul na Guerra Civil e juntos, decidiram expandir-se. Conquistaram o Meio e o  "Longinquo Oeste", o Far West. Não satisfeitos partiram para o sul e conquistaram 1/3 do território mexicano. Ganharam o Havaí, Porto Rico e compraram o Alaska. E agora pretendem anexar  o Canadá e a Groenlândia. Ganharam o petróleo venezuelano e ainda ambicionam o Irã. O Brasil também está no radar.

       Aconteceram também outros milagres econômicos.

       Após a I Guerra Mundial, a Alemanha estava arrasada. Em seis anos, de 1933 a 1939, sob o tenebroso regime nazi-fascista, a Alemanha criou condições para iniciar e sustentar uma guerra mundial por mais seis anos, sendo finalmente derrotada em 1945.

       Destroçada pela segunda vez, pôde então a Alemanha reviver um novo "Milagre Econômico", desta vez sob um regime democrático,  graças ao providencial Plano Marshall

       Da mesma forma o Japão e outras nações egressas da II Guerra. Todos prosperaram, uns mais, outros menos. Até o Brasil também viveu o seu "Milagre Brasileiro", na década de 70,  chegando a crescer 7% ao ano. 

       Na atualidade a China também experimentou o seu soerguimento. Após décadas de esgagnação sob a opressão de potências estrangeiras, a China ainda suportou 30 anos de cruel ditadura maoísta. Só então, sob o comando de Deng xiao Ping, abriu-se para o Ocidente e permitiu a entrada de capitais, tecnologias e empresas de países democráticos. Em 30 anos tornou-se a segunda potência industrial do mundo, adotando o modelo importador de matérias primas e exportador de manufaturados.

       Evidentemente esse modelo  não se sustenta por muito tempo. EUA e União Européia são os dois maiores importadores de produtos chineses. São os que  sustentam a balança de pagamentos chinesa. Se EUA e UE fracassarem, a China também fracassa, pois o intervencionismo criou uma crise demográfica e não criou um mercado interno. É a lógica do "Exportar é o que importa."  Tem validade relativa.

       Em meio a toda essa onda de progresso, um grupo de nações permaneceu à parte dessa tendência: foram os países que optaram por regimes socialistas, marxistas. Perderam o bonde da História e decidiram aniquilar o eu individual das pessoas. Suprimiram a liberdade.

       O resultado está aí, evidente para todos. O contraste liberdade x opressão, visível na Coréia, Cuba, Venezuela, Rússia etc.

       É só uma questão de tempo e, gradativamente, todos os regimes opressivos tendem a cair, um após outro, como num dominó. É a luta inglória de tantos ingênuos, bem ou mal intencionados, que insistem em remar contra a maré da História.

       A favor do arbítrio.

       

       ia.

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